Gestão de ConteúdoInteligência Artificial

Glossário de DAM: tudo o que você precisa entender para melhorar seu armazenamento de arquivos

By novembro 21, 2018 No Comments
armazenamento de arquivos

Veja se acertei: você está em busca de uma maneira mais inteligente de fazer seu armazenamento de arquivos. A produção aumentou, a equipe também, e o ritmo acelerado do mercado exige entregas mais completas, relevantes e disruptivas. Em tempos de transformação digital, a solução está na nuvem. Em outras palavras, não há mais como evitar a implantação de um sistema de DAM na organização. O problema é que tudo ainda está muito confuso.

Você entende a praticidade de um software especializado na gestão de arquivos digitais. Percebe que quem já tem o processo digitalizado cresceu em produtividade, qualidade, segurança, economia, agilidade e rentabilidade. Ou seja, está ciente sobre os benefícios dos sistemas de DAM para empresas.

Ainda assim, existe uma confusão sobre alguns dos termos utilizados quando o assunto é digital asset management. Além disso, quando a organização, por fim, começar a trabalhar com os ativos digitais em nuvem, toda a equipe precisará de um norte, um porto seguro onde consiga tirar todas as dúvidas de vocabulário e contexto.

Pois é exatamente isso o que você tem aqui. Saiba tudo o que você precisa saber para dominar o seu armazenamento de arquivos!

Armazenamento de arquivos: o glossário completo

  • Acesso remoto: acessar algum arquivo remotamente significa que você não precisa, necessariamente, estar no escritório para conseguir visualizar, alterar, compartilhar ou criar algum conteúdo. Quando o acesso é remoto, ele é realizado de qualquer lugar, a partir de qualquer dispositivo, desde que haja conexão com a internet.
  • Ativos digitais: é toda a propriedade intelectual da empresa, em formato digital. Incluem códigos, textos, imagens e fotografias, vídeos, áudios, sites, redes sociais e demais conteúdos relacionados. Por serem digitais, o armazenamento de arquivos considerado ideal é em nuvem, permitindo acesso remoto.
  • Big data: é a enorme quantidade de dados gerados e armazenados graças à evolução tecnológica. Qualquer ação que desempenhamos online, seja fazendo uma compra em um e-commerce ou navegando pelos sites de notícias, deixa um “rastro” individual. Big data é esse conjunto de atividades das pessoas. Quando analisadas, essas informações conseguem oferecer insights interessantes às empresas que, consequentemente, planejam suas estratégias de marketing e vendas com base no comportamento de seus consumidores.
  • Cloud computing: é a computação em nuvem, ou seja, o armazenamento e manuseio de arquivos não ocorrem em uma estrutura física. O acervo não está mais naquela sala com cheiro esquisito na sede da empresa. Tudo está online, na web.
  • DAM: sigla para digital asset management ou, em português, gerenciador de ativos digitais. É o sistema responsável por fazer a gestão e o armazenamento de arquivos online. Permite buscas inteligentes, retorna pesquisas em segundos, organiza processos e auxilia com a rotina dos produtores multimídia, sem falar nas economias de tempo e espaço.
  • Fluxo de trabalho: também chamado de workflow. É a sequência de processos que um ativo digital segue, da criação à distribuição. É uma forma do sistema de DAM entender o caminho percorrido pelos materiais e, então, consiga encontrá-los e gerenciá-los mais facilmente.
  • Integração de sistemas: é uma possibilidade que softwares de DAM oferecem para complementar suas funcionalidades. Os tipos mais comuns de integração de sistemas incluem APIs, troca de dados e comunicação banco a banco.
  • Metadados: quando cada um dos ativos digitais é armazenado no sistema de DAM, ele é classificado a partir da inserção de uma série de informações que o define e descreve. Metadados são essas identificações, são dados sobre dados, geralmente categorizados em: descritivos, estruturais ou técnicos, e administrativos.
  • Palavras-chave: vocábulo ou conceito utilizado para descrever e identificar um ativo digital no sistema de DAM. Assim como os metadados, auxiliam na pesquisa e na organização de conteúdos.
  • Pesquisa booleana: em inglês, Boolean search. É um tipo de pesquisa que permite incluir os chamados modificadores (palavrinhas como “e”, “ou” e “não”) para encontrar resultados mais precisos. Uma pesquisa booleana pode ser, por exemplo, ‘inauguração’ “E” ‘filial’.
  • Pesquisa corporativa: em inglês, enterprise search. É um tipo de pesquisa que reúne todo o conteúdo presente nos diferentes sistemas da organização, indexando-os (reunindo-os) em um único lugar.
  • Plugins: também conhecidos como módulos de extensão, os plugins são itens “adicionais” que podem ser acoplados aos programas de armazenamento de arquivos digitais. São componentes leves que acrescentam algum novo recurso ao gerenciador.
  • Proteção de informações: em inglês, rights management. São os direitos digitais da propriedade intelectual. Um sistema de DAM permite que a empresa contratante faça o rastreamento e controle de todos os conteúdos que utiliza, de acordo com os respectivos direitos e licenças legais.
  • Tags: também chamadas de marcações, são palavras que identificam o conteúdo em questão. No armazenamento de arquivos, auxiliam nas pesquisas mais específicas. Os sistemas de DAM mais modernos do mercado, por exemplo, permitem não apenas buscas por palavras-chave, mas também pelo conteúdo do material em si. Ou seja, o usuário pode pesquisar por imagens, cenas, logotipos, sons, cenários e demais recursos. As tags auxiliam nesse sentido.
  • Taxonomia: é uma ciência de classificação de informações em grupos ou categorias que possuem as mesmas características. Essa coleção de nomes e propriedades é organizada em uma estrutura hierárquica, facilitando uma pesquisa posterior.
  • UI: em inglês, user interface. É a interface do usuário, a superfície de contato com a qual interagimos durante a utilização de um software de DAM. Inclui telas, páginas e outros elementos visuais, como ícones, botões e links.
  • UX: em inglês, user experience. Termo muito utilizado atualmente para falar sobre a experiência do usuário. Em um sistema dedicado ao armazenamento de arquivos digitais, engloba os elementos que influenciam os níveis de engajamento do usuário com a página, bem como sua navegabilidade pela plataforma.

Acredite, parece mais complicado do que realmente é. O armazenamento de arquivos feito com um sistema de DAM de qualidade é um processo intuitivo, fácil e muito mais prático do que qualquer uma das formas que você tem utilizado para fazer a gestão de ativos da sua empresa.

Termino com uma promessa: logo, logo, você vai saber o que significam todos esses termos, sem precisar recorrer a este glossário. Basta acreditar e dar o primeiro passo!